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OS SÍMBOLOS DO ZODIACO

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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Como surgiu o horóscopo? Fonte: revista Mundo Estranho Os primeiros registros sobre o horóscopo apareceram a partir do século 7 a.C., quando várias civilizações antigas se dedicavam à observação do céu. Suas populações acreditavam que os astros podiam influenciar a vida humana – especialmente o destino dos recém-nascidos. Entretanto, a versão do horóscopo que conhecemos hoje – uma mistura de influências da astrologia milenar dos babilônios, do conhecimento matemático dos egípcios e da filosofia grega – surgiu provavelmente por volta do século 5 a.C., com a criação do zodíaco. Em sua origem grega, essa palavra significa “círculo de animais” e indicava o grande cinturão celeste que marcava a trajetória do Sol naquela época. Dentro dessa trajetória, cada constelação por onde o astro passava simbolizava um signo. O número de constelações e as figuras que as indicavam variavam para cada civilização. ...

DEUSES DO EGITO

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Quais são os principais deuses egípcios? Você já deve ter ouvido falar em Rá e Osíris, mas e quanto a Bastet e Thoth? Conheça os principais nomes do panteão. Por Danilo Cezar Cabral ILUSTRAS: Jean Magalhães Fonte: Mundo Estranho SET O deus do caos é o responsável pelas guerras e pela escuridão. Matou o irmão, Osíris, mas perdeu a supremacia do Egito para o sobrinho Hórus. Tem a forma do porco-formigueiro – animal raro da África. RÁ-ATUM Principal deus egípcio, Rá é o responsável pela criação do mundo e representa o Sol. Ele é descrito de diversas formas, desde com a face de uma ave de rapina até como um escaravelho. Os egípcios acreditavam que seu rei (o faraó) era a encarnação de Rá. ÍSIS Dona de poderes mágicos, protetora e piedosa, a irmã-esposa de Osíris era muito popular – foi a última divindade egípcia a ser adorada na Europa antes da chegada do cristianismo. O rio Nilo nasceu das lágrimas que ela derramou quando Osíris morreu. OSÍRIS Descendente...

Este Homem Chamado Jesus

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Os Evangelhos Quase tudo o que sabemos da vida de Jesus vêm de narrativas conhecidas comoevangelhos (palavra de origem grega que significa boa nova). A veracidade desses textos chegou a ser contestada por historiadores tão influentes quanto Ernest Renan (1823-1892) e teólogos tão importantes quanto Rudolf Bultmann (1884-1976). De fato, vários evangelhos seguem a estrutura de um gênero literário muito apreciado na Antigüidade: os relatos sobre a vida de homens ilustres. Seus autores não tinham a preocupação de documentar rigorosamente os acontecimentos narrados. E misturavam, com muita liberdade, ingredientes históricos, lendários e doutrinários. É esse tempero peculiar que confere às obras seu sabor inconfundível. As influências São evidentes nos evangelhos as influências de antigas tradições judaicas, de mitologias pagãs (greco-romana e orientais) e de correntes esotéricas do século 1 d.C.. Mas isso não diminui sua confiabil...

O Verdadeiro Rosto de Jesus

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Sabe aquela imagem de Jesus, de cabelos alourados e traços bem europeus? Estudos mais recentes comprovam que esse pode não ser o rosto verdadeiro do Mestre. Acompanhe aqui as tentativas de desvendar a real face de Cristo. O Cristo Pantocrator Os evangelhos canônicos nada dizem sobre a aparência de Jesus. E as primeiras imagens cristãs, produzidas sob influência da arte romana, o mostravam como um jovem imberbe, de cabelos frisados. Tal forma de representação sofreu uma brusca mudança no século VI d.C. Foi quando os religiosos do mosteiro de Santa Catarina, no Egito, produziram um magnífico ícone, que apresenta Jesus de barba, longos cabelos repartidos ao meio, e feições muito próximas do tipo semítico. Esse ícone - o Cristo Pantocrator do Sinai - tornou-se um modelo para a posteridade e ainda impressiona pelo realismo, beleza e majestade. Que fator teria provocado essa mudança na representação de Jesus? O desafio do Santo Sudário Utilizando uma so...

Morte, os Presságios e a Ressurreição

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Conheça aqui os eventos dramáticos da Via Crucis e os acontecimentos inexplicáveis e extraordinários que ocorreram logo após a morte de Jesus. A cruz Ela não era alta e imponente como imaginaram os pintores renascentistas e os cineastas americanos. Era baixa, acanhada, quase insignificante em sua crueldade. Fabricada a partir de uma árvore de pequeno porte, a oliveira palestinense, a cruz não excedia a altura de um homem. Para acomodar-se nela, a vítima devia ser pregada com os joelhos dobrados. Havia três categorias de cruzes. A mais simples não ia além da própria árvore, com os galhos aparados. A intermediária utilizava o tronco ainda enraizado da oliveira, ao qual se amarrava com cordas uma barra horizontal, conduzida ao local de execução pelo próprio condenado. A mais sofisticada consistia num poste rústico, feito a partir do tronco e permanentemente fixado no chão; nele, a barra era encaixada por meio de uma fenda. Nos três casos, um pequeno suporte horizo...

Jesus: o Confronto e a Condenação

Uma semana antes de ser executado, Jesus foi recebido como um rei em Jerusalém. Como foi que o grande mestre aclamado por todos se tornou um condenado? Percorra os meandros das manobras políticas que acabaram levando Jesus à morte. O poder do grande Templo de Jerusalém Nos tempos antigos, havia vários santuários espalhados pelo país e a prática religiosa estava muito mais próxima da vida cotidiana do povo. Mas, no século 7 a.C., uma reforma violenta, realizada de cima para baixo, modificou profundamente o formato do culto judaico. Ela ocorreu durante o reinado de Josias, que se estendeu de 640 a 609 a.C. Sob o pretexto de depurar a religião das influências pagãs, herdadas dos povos vizinhos, Josias destruiu os antigos santuários, queimou seus objetos sagrados, massacrou seus sacerdotes e centralizou o culto em Jerusalém. Por trás de seu furor reformista, havia um inconfessável objetivo político: centralizar o culto e obrigar o povo a acorrer a Jerusalém nas da...

Jesus: o libertador

O povo de Israel esperava um guerreiro que os libertasse dos seus opressores. Jesus pregava o amor irrestrito e o Reino de Deus na Terra. Saiba mais sobre o choque inevitável entre duas visões tão diferentes. Jesus foi identificado como o Messias por seus seguidores. Esse título - Cristo, em grego - designava o indivíduo escolhido por Deus para desempenhar uma missão especial junto ao povo. A palavra vem do hebraico Mashiah, que significa Ungido. E era originalmente utilizada para designar o sumo sacerdote, sobre cuja cabeça se derramava o óleo santo, como consagração de sua liderança espiritual e política. A unção foi estendida depois aos reis de Israel. Esperando um guerreiro invencível No tempo de Jesus, a expectativa em relação à volta do Messias tornou-se extraordinariamente intensa. Era a resposta do imaginário popular frente a um contexto de aguda opressão econômica, social e política e profunda crise dos valores tradicionais. Como enviado de Deus, o Messia...